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Ureipy Máquina Ancestral

Ureipy Máquina Ancestral

Zahy Tentehar, Candombá

Brasil

2024

Instalação e Arte Interativa

Curta-Metragem

A videoperformance intitulada Máquina ancestral: Ureipy (2023) é construída em dois canais, com a justaposição de duas dimensões opostas, nas quais uma mesma figura vive uma série de atos em busca da compreensão de sua natureza. Nessa ficção científica, uma entidade robótica solitária habita, a um só tempo, duas realidades: uma ancestral, em meio a um cenário ruinoso, e outra ligada à civilização tecnocrata, em um ambiente laboratorial. Em vez de oferecer respostas definitivas, a obra envolve o público em uma experiência sensorial que subverte percepções comuns e tateia os atravessamentos entre ancestralidade, humanidade e tecnologia. No lugar de um destino único e fatal, a artista aventa um futuro plural e suas múltiplas possibilidades vitais.

informações gerais

edição

10° Festival ECRÃ

data e

hora

MAM

Corredores da Cinemateca do MAM

16h-20h

duração em min

12

estreia

CANAL PROJECTS NYC

classificação

indicativa

L / Free for all audiences / Livre Para Todos Os Públicos

tags

arte, ficção científica, imersivo, sci-fi

trailer

Zahy Tentehar, Candombá

Zahy Guajajara, mulher indígena e multiartista.
36anos, é do povo Tentehar-Guajajara, nasceu na Aldeia Colônia, Reserva Indígena Cana Brava no
Maranhão. Aos 9 anos passou a viver entre Cidades e Aldeia. Aos 19 anos em 2010 saiu pela primeira
vez de sua terra para morar no Rio de Janeiro para morar na Ocupação Indígena urbana Aldeia
Maracanã. Em 2013 teve sua primeira experiência como atriz, no curta ‘’ZAHY, uma fábula sobre a
Aldeia Maracanã’’,criado em parceria com Felipe Bragança. Desde então desenvolveu-se como artista,
oradora e criadora de arte performática indígena. Acredita que a arte tem o poder de comunicar e
transformar, por isso se expressa através dela para defender causas indígenas e ambientais. Zahy tem
como sua primeira língua o Ze’eng eté (dialeto do tronco tupi-guarani) e a Portuguesa como sua
segunda língua. Atualmente vem se dedicando também ao inglês.De 2013 a 2020, seus principais
trabalhos como atriz foram na Serie ‘’Dois Irmãos’’, da Tv Globo com direção de Luiz Fernando
Carvalho – 2015 e uma das protagonistas da série Cidade Invisível da Netflix. No cinema, estreou no longa ‘’Não Devore meu coração’’com direção de Felipe
Bragança – 2017. E no teatro, com a companhia Barca dos Corações Partidos, onde atuou no espetáculo ‘’Macunaíma Uma Rapsódia musical’’ com direção de Bia Lessa - 2018-2019 e na montagem de O Guarani com supervisão artística de Ailton Krenak. Apresentou em 2024 o Especial Falas da Terra da TV Globo e está no elenco da novela No Rancho Fundo.
É a Vencedora do Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2024 por seu trabalho no solo Azira"i".

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