
Sal.Ye
Sal.Ye
Lívia Sá
Brasil
2026
Instalação e Arte Interativa
Duração Variável
Sal.YE, 2026 - Instalação.
Sal.YE documenta cenas e elementos recorrentes a partir de diferentes abordagens fotoquímicas, investigando como cada suporte produz fragmentos sensoriais, temporais e simbólicos distintos de um mesmo campo visual. Inspirado em Iemanjá, orixá do mar nas religiões afro-brasileiras Umbanda e Candomblé, o trabalho tem como eixo o oceano, o sal, as flores, a luz e o corpo, tratados como matérias ativas na construção da imagem.Processo e resultado se confundem em uma experiência que atravessa a impermanência e a relação instável entre imagem e matéria. Realizado nos formatos Super 8mm, 16mm, 35mm e 120mm, o projeto utiliza filmes Color Negative e Ektachrome, além de procedimentos como dupla exposição em câmera, intervenções em câmara escura, manipulações e pinturas manuais sobre fotogramas e negativos, macrofotografia e revelação fotoquímica (C-41 e E-6) em processos convencionais e experimentais.
informações gerais
edição
10° Festival ECRÃ
data e
hora
MAM
Corredores da Cinemateca do MAM
16h-20h
duração em min
Duração Variável
estreia
Première Rio de Janeiro
classificação
indicativa
L / Free for all audiences / Livre Para Todos Os Públicos
tags
arte, colorido, espiritual, som
trailer
Lívia Sá
Lívia Sá é uma artista multimídia, e documentarista, com foco em cinematografia e práticas analógicas. Nascida em São Paulo, há 19 anos vive entre a Califórnia, Nova York e o Brasil. É mestre em Comunicação e Mídia pela The New School, em Nova York.
Seu trabalho autoral transita entre o documentário, e as mídias analógicas, abordando temas como direitos humanos, memória, identidade e justiça social. Com um processo que rompe estruturas narrativas convencionais, Lívia investiga formas de expandir a percepção da audiência por meio de experiências sensoriais e poéticas, ao mesmo tempo em que busca preservar a materialidade dos elementos que compõem sua linguagem visual. Utiliza vídeo analógico, película e intervenções manuais diretamente sobre filmes, negativos e processos de revelação, trabalhando especialmente com os formatos Super 8mm, 16mm, 35mm e 120mm. Também explora a apresentação ao vivo de seus trabalhos, aprofundando-se em metodologias do cinema expandido, ao manipular retroprojetores, projetores de slides e outras ferramentas que transformam cada exibição em uma experiência singular.
Atualmente, Lívia está dirigindo seu primeiro documentário longa metragem, e como freelancer, trabalha como fotógrafa e diretora, e colabora com um variedade de cineastas e artistas independentes. Teve trabalhos expostos em diferentes galerias e festivais nacionais e internacionais, incluindo Prismatic Ground Film Festival (NYC), Mono No Aware (NYC), Super Off Festival (RJ), Festival Internacional de Cinema Experimental DOBRA (SP & RJ), Strangloscope Festival (Brasil), Analog Art Festival (SP), Microscope Gallery (NYC), All Street Gallery (NYC), Anthology Film Archives (NYC), entre outros. Em seu currículo estão agências internacionais, ONGs, canais de televisão e artistas como Harry Styles, Gale, Greenpeace, Amazon Watch, GNT, Spray Filmes, [SSEX BBOX], entre outros.


