Sem Título # 10 : Ao Re Dor Do Amor
sem título # 10 : ao re dor do amor
Carlos Adriano
Brasil
2025
Filme
Curta-Metragem
Constelações de estrelas e de vagalumes. Erupções vulcânicas e de gêisers. A combustão do cinema e do amor. “Mas como é possível o amor ?” (Hölderlin, “Mnemosyne”, 1803). “O tempo do amor é o tempo perdido. Os signos do amor implicam um tempo que se perde” (Deleuze, “Proust e os Signos”, 1976). “Meu amor por ti são estrelas que caem do céu e se confundem com pirilampos” (whatsapp, 11 de julho de 2023, de CH para CA).
informações gerais
edição
10° Festival ECRÃ
data e
hora
Cinemateca do MAM
28/06/2026
16h
duração em min
17
estreia
Outros...
classificação
indicativa
L / Free for all audiences / Livre Para Todos Os Públicos
festivais onde passou
conversa/bate-papo
tags
found footage
trailer
Carlos Adriano
São Paulo, 1966. Desde 1989, realizou 30 filmes (16mm, 35mm, digital; curtas, médias e longa), como “A Voz e o Vazio: a Vez de Vassourinha” (1998; Melhor Curta Documentário, 36º Festival de Chicago), “Santos Dumont pré-cineasta?” (2010; Melhor Direção, 10º Recine), “Sem título # 1 : Dance of Leitfossil” (2014; Melhor Filme, Golden Reel Underground Festival, Ulaanbaatar), “Festejo Muito Pessoal” (2017; Melhor Curta, 27º Cine Ceará), “Sem Título # 5 : A Rotina terá seu Enquanto” (2019; Melhor Curta, 24º É Tudo Verdade) e “Tekoha” (2022; Melhor Curta, 17º Festival Aruanda). Retrospectivas: Festival do Rio (2002), 56º Festival de Locarno (2003, seção Cineastas do Presente), 6º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (2004), 16º Festival Internacional de Arte Eletrônica Sesc Videobrasil (2007, eixo curatorial Cinema + Artes + Vídeo), Instituto Tomie Ohtake (2019, exposição “Carlos Adriano: E para que poetas em tempo de pobreza?”, filmes instalados, projeções, loops) e 9° Festival Ecrã (2019, programa especial “Foco Carlos Adriano: Cinepoemas para a Palestina”). Filmes exibidos no MoMA (Nova York), na Tate Modern (Londres) e nos Anthology Film Archives (NYc). Doutor em Estudo dos Meios e da Produção Mediática pela USP, com Pós-Doutorados em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e em Meios e Processos Audiovisuais (USP). Sua obra é tema de capítulos nos livros “The Sublimity of Document: cinema as diorama (avant-doc 2)”, de Scott MacDonald (Oxford University Press, 2019) e “Cine Subaé: escritos sobre cinema (1960-2023)”, de Caetano Veloso (Companhia das Letras, 2024). Autor das orelhas dos livros “Byron: poemas, cartas, diários &c.”, de André Vallias (Perspectiva, 2024), “Pós poemas”, de Augusto de Campos (Perspectiva, 2024) e “Poesia pois é poesia”, de Décio Pignatari (Companhia das Letras, 2025), entre outras.

