Canto

Canto

Alexandre Alagôa

Portugal, Luxemburgo

2022

Videoarte

Curta-Metragem

A esquina de uma rua é combinada e misturada com o canto de um pássaro gravado naquela mesma rua. Uma relação simbiótica é desencadeada: os cortes rápidos entre as imagens da rua produzem novas texturas e formas em nosso cérebro, enquanto o som enfatiza diferentes frequências do canto do pássaro. A potência energética decorrente da junção desses elementos cria uma nova imagem quase tátil, maleável e ondulante.

informações gerais

edição

6° Festival ECRÃ

venues

16-24/07 - ONLINE

duração em min

12

premiere

Première Brasileira 6° Festival ECRÃ

classificação indicativa

L / Free for all audiences / Livre Para Todos Os Públicos

trailer/teaser/trecho

conteúdo

Flicker Warning

tags

animação, art house, arte, colorido, luzes piscantes, som, filme estrutural

Alexandre Alagôa

Alexandre Alagôa (1994) é um cineasta experimental e artista multimédia que trabalha entre Lisboa e Luxemburgo.

Seguindo uma forte influência da Arte Conceitual, do Fluxus e do Filme Estrutural, o trabalho de Alagôa investiga a crueza material e mecânica do meio audiovisual, explorando suas qualidades mecânicas, plásticas e duracionais para potencializar uma experiência física e xamânica imediata no observador, desafiando seu organismo perceptivo e sistema nervoso, muitas vezes enfatizando uma percepção consciente do ato de ver e ouvir.

Licenciado em Artes Multimédia (2015), Mestre em Audiovisuais (2018) e Pós-Graduado em Arte Sonora (2019) pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. De 2017 a 2018 integra o Departamento de Arte Multimédia da Faculdade de Belas Artes de Lisboa como Técnico e Assistente, apoiando os alunos do Audiovisual no desenvolvimento e apresentação de filme, vídeo e instalações.

Professor convidado de Instituições Culturais e Educativas Portuguesas como o Atelier de Lisboa (Alvalade, Lisboa) e CineReactor (S. Sebastião, Lisboa), ministrando palestras sobre Cinema Experimental, maioritariamente focadas na abordagem do Filme Estrutural. Colaborou também como técnico de vídeo e som para Associações Culturais portuguesas como a Associação Gandaia (Costa da Caparica, Portugal) e Gerador (Lisboa, Portugal).

Em 2020 lança um novo projeto intitulado turva, uma editora audiovisual focada na produção e edição de arte experimental, juntamente com o músico e artista sonoro português Luís Neto.

Os filmes e peças audiovisuais de Alagôa marcaram presença em festivais e exposições internacionais, como Go Short (Holanda, 2022), Videoformes (França, 2022), Monstra (Portugal, 2022), Vienna Shorts (Áustria, 2021), Festival Tous Courts (França, 2021), Cairo Video Fest (Egito, 2021), Flatpack (Reino Unido, 2021), Split Video Art Festival (Croácia, 2021), Strangloscope (Brasil, 2021), Art Madrid (Espanha, 2020), InShadow: Lisboa Festival Screendance (Lisboa, 2018); Festival Ecrã (Brasil, 2018); Festival Video Art Miden (Grécia, 2018); Richterfest (Rússia, 2017); IVAHM (Espanha, 2017); Festival Reverso 02 (Lisboa, 2016); Levantei-me e... nunca mais me sentei (Plataforma Revólver, Lisboa, 2016).

mais informações

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