Memorial Maracanã

Memorial Maracanã

Darks Miranda, Pedro França

Brasil

2021

Filme

Curta-Metragem

Adormecido a maior parte do tempo, o Maracanã acorda por três dias em julho.

informações gerais

edição

6° Festival ECRÃ

venues

10/07 – CINEMATECA DO MAM – 18H30 (SESSÃO COM PRESENÇA DOS DIRETORES)

duração em min

3

premiere

Première Internacional 6° Festival ECRÃ

classificação indicativa

L / Free for all audiences / Livre Para Todos Os Públicos

conteúdo

-

tags

arte, aventura, docuficção, ficção científica

trailer/teaser/trecho

Darks Miranda, Pedro França

DARKS MIRANDA

Autoficção e incorporação de forças obscuras e cômicas incontroláveis, Darks Miranda é uma entidade pastelão das trevas que equilibra frutas sobre a cabeça assombrada por suas antepassadas - todas de origem duvidosa e variada. Brota dos escombros mudos da modernidade, sem ginga, e desliza pelas camadas de lodo acumuladas no concreto através dos tempos.

Participou de exposições e mostras coletivas em espaços como Galeria Ibeu, Galeria Cavalo, Galeria Jaqueline Martins, Galeria Athena, Paço Imperial (RJ), Casa França-Brasil, MAR - Museu de Arte do Rio, Archive Kabinett (Berlim), Filmhuis Cavia (Amsterdã) e Tate Modern (Londres). Em 2018 foi bolsista do programa de formação "Qualquer direção fora do centro", da EAV Parque Lage. Em 2019 realizou sua primeira exposição individual, “mulher desfruta”, na Galeria Cândido Portinari (UERJ). No mesmo ano, foi bolsista do programa Imersões poéticas da Escola sem sítio e participou da coletiva “Quando o perigo fica em duas patas”, com curadoria de Cadu, Marcelo Campos e Pollyana Quintela. Em 2020 foi selecionada para a exposição Abre Alas na galeria A Gentil Carioca, com curadoria de Keyna Eleison, Pablo Léon de la Barra e Yhuri Cruz. Também em 2020, foi convidada a realizar um trabalho comissionado para o Instituto Moreira Salles, junto ao programa “Convida”, e realizou o trabalho Ibiritaquera Pedra Fantasma em colaboração com pedro frança, com curadoria da plataforma aarea e a convite do The Swiss Arts Council Pro Helvetia. Atualmente é residente da Residência Artística da FAAP, em São Paulo.

PEDRO FRANÇA

Artista e membro da Cia Teatral Ueinzz, estudou na Escola de Artes Visuais no Rio de janeiro entre 2001 e 2005. Entre 2006 e 2010 dedicou-se à atividades pedagógicas e completou mestrado em História Social da Cultura pela PUC – Rio. Desde 2011 produz pinturas, vídeos e instalações engajadas no rearranjo de imagens e objetos da mídia, da história e da cultura. Entre suas principais exposições individuais e coletivas estão AI-5 - Ainda não acabou de acabar (Instituto Tomie Ohtake, 2018), Transformers (Auroras, 2018), Don’t Judd me, acabei de chegar e tem uma úlcera gigantesca entre nós (MARP, 2018), Lugares do delírio (MAR, Rio de Janeiro, 2017), Frestas (Trienal SESC, 2017), Objeto da Natureza (Temporada de Projetos, Paço das Artes, 2014) e Homeroadmovie (Centro Cultural São Paulo, 2012).

Desde 2011, pedro frança é membro da Cia teatral Ueinzz. Com o grupo participou do desenvolvimento e performances das peças Cais de Ovelhas (2012-15), Gravidade Zero (2015-17) e Mobedique HORS ACVE (2018-19).

Finalmente, foi nomeado para o prêmio PIPA em 2016, 2017, 2018 e 2019, e para o Prêmio Marcantonio Vilaça em 2019.

mais informações

-

obras