
O rio sobe a serra
O rio sobe a serra
Raffaella Rosset
Brasil
2026
Performance
Curta-Metragem
Começamos a ir às margens de acesso proibido do rio Pinheiros e Tietê.
Pulamos os muros da Marginal.
Olhamos o rio, inventamos histórias.
Um palácio pode cair em meio às suas fontes.
*
Performance com projetor de diapositivas 35mm e som ao vivo por Raffaella Rosset e Igor Yamawaki, com material sonoro de Raffaella, Igor e Cristóbal García Belmont.
Imagens feitas a partir de filmagens em 16mm transferidas para digital e novamente transferidas para acetato. Som feito a partir de gravações com microfone subaquático em fontes, locais em São Paulo, e material de arquivo de Raffaella e Igor, oriundos também de colaborações prévias entre os dois.
A performance passa por imagens do Museu do Ipiranga, o córrego do Ipiranga, água canalizada, brincadeiras de domingo, fontes, nascer em São Paulo.
informações gerais
edição
10° Festival ECRÃ
data e
hora
Cinemateca do MAM
17/07/2026
18h30
duração em min
estreia
Première Mundial
classificação
indicativa
L / Free for all audiences / Livre Para Todos Os Públicos
tags
art house, arte, colorido, cultura, dança, diálogos, documentário, ecologia, político, racismo, som
trailer
Raffaella Rosset
Raffaella Rosset (1996) é uma cineasta e artista de São Paulo (Brasil). Seu trabalho parte de processos fotográficos e reflexões a partir do rio Tietê, e se concretiza por meio de filmes, instalações, direção de fotografia e oficinas de cinema experimental.
Seu filme Filme de Quarto (2021) ganhou o Prêmio do Público no Festival de Cinema Experimental de Bogotá CineAutópsia e foi adquirido pela Harvard Film Library, e seu projeto Em um meandro recebeu o Prêmio de Desenvolvimento no S8 Festival de Cinema Periférico de A Coruña, Espanha (2024).
Em 2026, realizou sua primeira exposição individual, Cascadas, no Espacio Enredo, em Madri. Seu trabalho já foi exibido em espaços como o S8 Mostra de Cinema Periférico de A Coruña, Tates Lates - Tate Modern, Cineteca Matadero, Cinemateca de Belo Horizonte, Museu de Arte Brasileira (MAB-SP), Festival de Cinema RPM22 Revolutions per minute na Universidade de Harvard, Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e Festival Internacional de Curtas-Metragens de Pequim.
Seu trabalho como diretora de fotografia inclui o longa-metragem Na Passagem do Trópico (2025), estreado no Festival Olhar de Cinema de Curitiba, o curta-metragem Solos (2023), Menção de Honra no Festival de Cinema da Amazônia Olhar do Norte e estreado na seleção oficial da La Cinef no 76º Festival de Cinema de Cannes, e o filme Fisura en lo posible (2026), parte da performance Worms realizada para a exposição Greater New York no MoMA PS1.
Ela se formou em Cinema pela FAAP, em São Paulo, e concluiu um mestrado com bolsa de estudos no Master LAV, na Espanha.

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